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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Filosofia - Cronologia básica

Anexo:Cronologia básica da filosofia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
  • séc. VI a.C.: Início da filosofia ocidental com Tales de Mileto e pré-socráticos.
  • fim do séc. VI a.C.: Morte de Pitágoras.
  • 450 a.C. Nasce Diotima de Mantinea.
  • 399 a.C.: Sócrates condenado à morte em Atenas.
  • 387 a.C.: Platão funda a Academia em Atenas, a primeira universidade do planeta.
  • 335 a.C.: Aristóteles funda o Liceu em Atenas, escola rival da Academia.
  • 324 d.C.: O imperador Constantino muda a capital do Império Romano para Bizâncio.
  • 375 Nasce Hipátia de Alexandria.
  • 400 d.C.: Santo Agostinho escreve Confissões. A filosofia é absorvida pela teologia cristã.
  • 410 d.C.: Roma é saqueada pelos visigodos.
  • 529 d.C.: Fechamento da Academia em Atenas, pelo imperador Justiniano, marca o fim da era greco-romana e consolida a entrada na Alta Idade Média.
  • meados do séc. XIII: Tomás de Aquino escreve seus comentários sobre Aristóteles. Era da filosofia escolástica.
  • 1098 d.C. - Nasce Hildegarda de Bingen.
  • 1453: Queda de Bizâncio para os Turcos, fim do Império Bizantino.
  • 1492: Colombo chega à América. Renascimento em Florença e renovação do interesse pela aprendizagem da língua grega.
  • 1543: Copérnico publica Sobre as revoluções dos orbes celestes, com um modelo matemático no qual a Terra gira em torno do Sol.
  • 1633: Galileu é forçado pela Igreja a abjurar a teoria heliocêntrica, até que (e se) surgissem evidências conclusivas dessa hipótese.
  • 1641: Descartes publica as Meditações, início da filosofia moderna.
  • 1677: A morte de Espinoza permite a publicação da Ética.
  • 1687: Isaac Newton publica os Principia, introduzindo o conceito de gravidade.
  • 1689: Locke publica o Ensaio sobre o entendimento humano. Início do empirismo.
  • 1710: Berkeley publica os Princípios do conhecimento humano, levando o empirismo a novos extremos.
  • 1716: Morte de Leibniz.
  • 1738: Maria Gaetana Agnesi escreve em latim a obra "Propositiones philosophicae" (Proposições Filosóficas).
  • 1739-40: Hume publica o Tratado sobre a natureza humana, conduzindo o empirismo a seus limites lógicos.
  • 1776: Morre David Hume. Provavelmente de Câncer.
  • 1781: Kant, despertado de seu "sono dogmático" por Hume, publica a Crítica da razão pura. Início da grande era do idealismo alemão.
  • 1807: Hegel publica A fenomenologia do espírito: apogeu do idealismo alemão.
  • 1818: Schopenhauer publica O mundo como vontade e representação.
  • 1844: Marx escreve os manuscritos de filosofia e economia que dão origem a teoria Marxista.
  • 1879: Gottlob Frege, publica a *Begriffsschrift*(*Conceitografia* ou *Ideografia*), um marco na história da Lógica e da tradição posteriormente conhecida como filosofia analítica.
  • 1892: Gottlob Frege, publica *Uber Sinn und Bedeutung* (*Sobre Sentido e Referência*).
  • 1889: Nietzsche, que afirmou que Deus estava morto* (*há controvérsias, favor verificar em "discussão", "quanto a cronologia").
  • 1898: G.E.Moore publica "The Nature of Judgment", uma das obras que inaugura a tradição da filosofia analítica na Inglaterra.
  • 1903: Moore publica Principia Ethica.
  • 1903: Bertrand Russell publica The Principles of Mathematics.
  • 1905 Nasce Ayn Rand, fundadora da filosofia do Objetivismo.
  • 1905: Bertrand Russell publica seu artigo 'On Denoting', em que expõe pela primeira vez sua teoria das descrições definidas.
  • 1910: Bertrand Russell e A.N. Whitehead publicam o primeiro volume de Principia Mathematica.
  • 1921: Wittgenstein publica o Tractatus logico-phiosophicus, advogando a "solução final" para os problemas da filosofia.
  • década de 1920: O círculo de Viena (capitaneado por Rudolf Carnap e Moritz Schlick, entre outros) apresenta o positivismo lógico.
  • 1927: Heidegger publica Ser e tempo, anunciando a ruptura entre a filosofia analítica e a continental.
  • 1928: Rudolf Carnap publica Der logische Aufbau der Welt.
  • 1930: Kurt Gödel publica "The Completeness of the axioms of the functional calculus of logic"
  • 1931: Gödel publica "On formally undecidable propositions of Principia Mathematica and related systems I".
  • 1934: Simone de Beauvoir escreve o primeiro romance explorou os dilemas existencialistas da liberdade, da ação e da responsabilidade individual, temas que abordou igualmente em romances posteriores.
  • 1937: Carnap publica The Logical Syntax of Language.
  • 1942: Camus publica "O Mito de Sisifo" onde ele começa a desenvolver filosoficamente o conceito do Absurdo, retomando criticamente o pensamento dos filósofos anteriores a ele que também questionaram sobre o absurdo da existência.
  • 1943: Sartre publica O ser e o nada, avançando no pensamento de Heidegger e instigando o surgimento do existencialismo.
  • 1950: Carnap publica "Empiricism, Semantic and Ontology".
  • 1950: W.V.O.Quine publica "Two Dogmas of Empiricism", que contem um rejeição da distinção análitico/sintético.
  • 1950: Peter Strawson publica "On Referring", criticando "aquele paradigma da filosofia"(como disse Frank Ramsey), a teoria das descrições definidas de Russell.
  • 1951: Hannah Arendt escreve o primeiro livro "As origens do totalitarismo" consolida seu prestígio como uma das figuras maiores do pensamento político ocidental. Arendt assemelha de forma polémica o nazismo e o comunismo, como ideologias totalitárias.
  • 1952: Camus publica "O Homem Revoltado" onde analisa historicamente o conceito de revolta e critica ferozmente o marxismo. Este livro marca o rompimento definitivo de sua amizade com Sartre (que defendia uma colaboração com a URSS), com o qual Camus não podia concordar diante das noticias que saiam por baixo da cortina de ferro.
  • 1953: Publicação póstuma de Investigações filosóficas, de Wittgenstein. Auge da análise lingüística.
  • 1954: É publicado Doença Mental e Psicologia, de Michel Foucault.
  • 1955: Morre Teilhard de Chardin, após a publicação de sua obra prima "O Fenômeno Humano"
  • 1959: Strawson publica Individuals.
  • 1960: Morre Albert Camus em um acidente de carro.
  • 1962: Thomas Kuhn publica The Structure of Scientific Revolutions.
  • 1965: Karl Jaspers publica "Kleine Schule Des Philosophischen Denkes" (Introdução ao pensamento filosófico) série de pequenos ensaios feitos para um programa de televisão da Baviera.
  • 1969: Morre Karl Jaspers
  • 1970: Morre Bertrand Russell.
  • 1971: Saul Kripke publica "Identity and Necessity".
  • 1972: Kripke publica a primeira edição de Naming and Necessity.
  • 1975: Hilary Putnam publica "O Significado do 'Significado'".
  • 1977: David Kaplan profere as conferências publicadas mais tarde (1989) com o título Demonstratives--An Essay on the Semantics, Logic ,Metaphysics, and Epistemology of Demonstratives and other Indexicals.
  • 1979: Tyler Burge publica "Individualism and the Mental". Stanley Cavell publica The Claim of Reason.
  • 1980: Richard Rorty publica Philosophy and the Mirror of Nature.
  • 1980: Xavier Zubiri publica Inteligencia Sentiente: Inteligencia y Realidad
  • 1980: Kripke publica a segunda edição de Naming and Necessity.
  • 1980: Morre Jean-Paul Sartre.
  • 1982: Kripke publica Wittgenstein on Rules and Private Language.
  • 1985: Bernard Williams publica Ethics and the Limits of Philosophy.
  • 1994: Robert B. Brandom publica Making It Explicit. John McDowell publica Mente e Mundo.
  • 1998: João Paulo II publica Fides et Ratio
  • 1999: Patrick Glynn publica o livro God the Evidence: The Reconciliation of Faith and Reason in a Postsecular World.
  • 2007: Morre Richard Rorty.

domingo, 23 de outubro de 2011

Aula de sociologia para 3º ano - Analfabeto Político

Por que participar da política?

Nove entre dez jovens consideram a política uma atividade para espertalhões que ganham uma fortuna para enganar o povo. Eles não deixam de ter alguma razão. De fato, pode-se contar nos dedos os políticos que se devotam realmente ao serviço do povo.

A reação normal de quem tem essa visão negativa da política é ficar fora dela. No máximo comparecer para votar, uma vez que o voto é obrigatório. Apertou o botão da urna eletrônica, tchau! Sair voando sem saber até o nome do candidato em quem votou.

Esta atitude é a que mais interessa aos malandros da política, pois o desinteresse leva à ignorância política e esta é um prato feito para quem deseja praticar falcatruas com o mandato popular.

Nestas alturas, sei que o jovem leitor está me questionando: “OK. Você diz que eu devo me interessar pela política. Mas o que eu perco não tendo o menor interesse por ela?”. Boa pergunta, que merece uma resposta por partes: quem são os políticos; o que fazem; como os safados prejudicam os cidadãos; como se pode evitar isso.

Quem são os políticos?

A palavra político, na linguagem comum das pessoas, designa os homens e as mulheres que ocupam cargos no Estado: vereadores, deputados, senadores, secretários de estado, ministros, governadores e Presidente da República. Essas pessoas - são milhares delas em todo o Brasil - têm o poder de influenciar na atuação dos órgãos do estado brasileiro. Participam da elaboração das leis; da distribuição do dinheiro arrecadado com os impostos; da gestão das empresas do Estado; da fiscalização do funcionamento das repartições públicas que prestam serviço à população (SUS, hospitais públicos, delegacias de polícia etc.).

Suspenda agora a leitura do texto e veja se consegue identificar uma única atividade da sua vida inteiramente fora do âmbito da política.

Não me venha com o argumento de que o Estado não interfere na sua fé religiosa, nas suas leituras, no seu pensamento. Interfere e muito. O Estado tem uma delegacia para fiscalizar os cultos religiosos, e outra para manter a ordem política e social - esses órgãos acompanham a atividade de padres, freiras, pastores, pais e mães de santo, militantes de pastorais etc. E abrem processos contra aqueles cuja pregação afeta a ordem estabelecida. Além disso, o Estado censura livros; peças de teatro; filmes. E fixa, através de suas políticas econômicas, o preço desses produtos. Quantas vezes você quis ler um livro, assistir a uma peça teatral e não pôde por causa do preço?

Finalmente, não é exato que você tenha uma liberdade absoluta de pensar. Você pensa com a informação que chega ao seu cérebro. Ora, é o Estado que controla - às vezes abertamente, às vezes indiretamente - toda a informação que chega até você.

Estar junto para entender

Não tenha, pois, nenhuma dúvida: você perde muito, direta ou indiretamente, quando o Estado está nas mãos de pessoas incompetentes ou desonestas, pois, de algum modo, você está sendo prejudicado.

Daí a necessidade de interessar-se pela política, de aprender o suficiente para entender como ela funciona e de tomar parte efetiva na escolha dos governantes.

Não é fácil atender a essa necessidade. A política é uma atividade bem complicada e quem participa dela sem o conhecimento adequado corre sério risco de ser enganado. Por isso o primeiro passo para participar consiste em entender seu funcionamento.

Ninguém consegue entender de política sozinho. Não adianta ler jornais e acompanhar os noticiários e comentários da rádio ou televisão. São todos enviezados. O jeito é formar um grupo para ampliar as fontes de informação e para dispor de opiniões diversas a respeito do significado das informações recebidas.

O grupo não irá muito além das pernas se não se dedicar à leitura de livros teóricos que explicam o funcionamento da sociedade e, portanto, dos partidos políticos. É através da leitura desses livros que você aprenderá a distinguir os políticos fisiológicos (que buscam apenas satisfazer seus apetites por dinheiro, prestígio ou poder) e os políticos ideológicos (os que fazem política por convicção). Conhecendo as ideologias, você pode optar pela que mais se aproxima dos valores que considera importantes. Isso lhe fornecerá um critério para participar inteligentemente do processo político.

O analfabeto político(Bertolt Brecht)

O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo
que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política,
nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.


Que sentimentos este texto do dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht desperta em nós?
Assista o vídeo produzido pelo Mundo Jovem: Analfabeto político
Questões para Debate

1 - O que você pensa dos políticos e por que pensa assim?
2 - Você conhece políticos que podem ser exemplos positivos?
3 - De que forma, entre nós, podemos estudar e debater sobre política?
Fonte: Jornal Mundo Jovem

Aula de sociologia para 3º ano - Relativismo II

Relativismo Moral (2)

11. Direitos humanos universais I

• A Declaração Universal dos Direitos Humanos tem raízes no século XVII. Em 1776, a Declaração de Independência dos Estados Unidos estabelece que os governos, como Locke defendia, se fundamentam no consentimento dos cidadãos, sendo obrigados a proteger os seus direitos.
• Ficou estabelecido que todos os homens são iguais em direitos, entre os quais o direito à vida, à liberdade e à procura de felicidade.
12. Direitos humanos universais II

Em 1789, com a Revolução Francesa, é aprovada uma Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, onde são consagrados os seguintes direitos fundamentais:
- Propriedade
- Segurança
- Resistência à opressão
- Liberdade religiosa
- Liberdade de expressão
- Participação política
13. Direitos humanos universais

• Em 1948, após a 2ª Guerra Mundial, a Organização das Nações Unidas aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
• Esta Declaração tem início com os seguintes dois artigos:
Artigo 1
Todos os seres humanos nasceram livres e iguais em dignidade e direitos. Dotados de razão e de consciência, devem relacionar-se uns com os outros em espírito de fraternidade.
Artigo 2
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.
• Segundo a Declaração, ter direitos depende de ser uma pessoa e não de pertencer a esta ou àquela cultura.
14. O conflito

• A Declaração dos Direitos Humanos baseia-se na ideia de que os seres humanos têm direitos apenas por serem pessoas.
• Os relativistas defendem que a ideia de direitos humanos não passa uma ilusão, um produto da nossa cultura que não se aplica fora dela.
• Será que têm razão, que a existência de valores universais é um mito? O nosso objectivo é dar uma resposta a este problema
15. A posição relativista (de novo) I

• O relativismo moral defende que o bem e o mal são convenções sociais, próprias de cada cultura, ou seja, que existem regras e normas que valem apenas em cada sociedade.
• No relativismo moral não há verdades absolutas, pois tudo é relativo ao ponto de vista de cada sociedade. As verdades maioria são relativas porque apenas reflectem o que a maioria das pessoas aprova em cada sociedade.
16. A posição relativista (de novo) II

• Se o bem e o mal são apenas convenções sociais, que variam de cultura para cultura, então não existem verdades objectivas em moral, pois estas verdades são independentes de qualquer ponto de vista particular.
• Se numa sociedade o infanticídio for considerado um mal, isso não significa que o infanticídio seja em si mesmo errado; significa apenas que há nessa sociedade uma maioria de pessoas que o desaprova.
17. Um argumento a favor do relativismo moral

Argumento do juiz parcial
(1) Em ciência, quando há desacordos, os cientistas chegam a um consenso porque a verdade em ciência é objectiva.
(2) Em questões de ordem moral, como o aborto, o infanticídio, a eutanásia ou a pena de morte, não é possível chegar a um consenso sempre que há sempre desacordo. Não é possível ser imparcial quando diferentes culturas estão em confronto. Cada pessoa defenderá como correctas as normas da sociedade em que foi educada, e considerará errado o que lhe for oposto.
Portanto, os valores morais não são objectivos.
18. Análise: será este um bom argumento?

• A premissa 1 parece ser verdadeira. Acontecerá o mesmo com a premissa 2? A resposta é negativa.
• Esta premissa diz que uma pessoa educada numa determinada cultura defenderá sempre as normas dessa cultura contra todas as culturas que defenderem o inverso. Mas isto não tem de ser assim.
• Martin Luther King, por exemplo, foi educado numa sociedade racista. Mas defendia que o racismo é errado. Estaria, portanto, de acordo com qualquer outra sociedade que condenasse o racismo, mesmo que essa sociedade não fosse a sua.
• Este exemplo mostra que podemos avaliar as normas e valores de outras culturas sem cair numa defesa cega dos nossos próprios valores. De facto, King pensava que o racismo é errado objectivamente, isto é, que não se trata de uma questão de opinião ou ponto de vista. Quem pensasse o contrário estava errado.
19. Um argumento contra o relativismo.

Argumento da maioria preconceituosa
(1) O relativista moral defende que uma acção ser boa ou correcta significa apenas que essa acção é aprovada pela maioria das pessoas numa sociedade.
(2) O relativista pode ser acusado de a sua teoria levar ao conformismo.
(3) Por muito que alguém discorde da opinião da maioria das pessoas da sua sociedade, ou que esta opinião se baseie apenas em preconceitos, falta de informação e espírito crítico, temos de aceitar a opinião da maioria. É opinião da maioria que define o que é o bem.
(4) É o caso do racismo. Só o preconceito ou a falta de informação e sentido crítico é que podem levar uma sociedade a pensar que se justifica discriminar pessoas com base na cor da pele. Mas, se uma pessoa defender que é um bem tudo o que a sua sociedade aprovar, terá para ser coerente de considerar o racismo um bem se a sua sociedade aprovar o racismo.
Portanto, o relativismo moral obriga-nos a deixarmos de pensar pela nossa própria cabeça para seguir sempre a maioria (mesmo que a maioria não tenha razão). O que não faz sentido.


Fonte: http://filosofiavivapro.blogs.sapo.pt/