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sexta-feira, 31 de maio de 2019

Estudando o caso Juliana



AVALIAR o caso, assinalando as VULNERABILIDADES e as POTENCIALIDADES existentes.
- Individuais (convívio socialmente construtivo, projetos de vida, autocuidado, ciclo de vida apoiado)
- Grupais (convívio construtivo e protetivo e ausência de estigmas que afetam o grupo)
- Convivência familiar (segurança de vínculos afetivos construtivos e protetivos)
- Convivência comunitária (segurança no uso dos espaços e equipamentos sociais na convivência com pessoas e grupos locais)
- Autonomia de renda (trabalho e direitos sociais, benefícios)
- Territoriais (agentes sociais locais, presença de equipamentos sociais e serviços básicos)

TRAÇAR uma ESTRATEGIA e as AÇÕES que o educador social faria.

OBSERVAÇÃO: Registrar na aba de comentários, individualmente ou em grupo (com os nomes das pessoas que efetivamente contribuíram com a reflexão).


Caso Juliana - Resposta 1:
Para traçar medidas socioeducativas para esta família, primeiramente identificamos a vulnerabilidade social em que eles estão acometidos. Tendo em vista a falta de saneamento básico, a falta de recursos financeiros pois a obtenção de renda provém apenas da aposentadoria mínima da avó e vez ou outra do dinheiro vindo da coleta para reciclagem feita pela Andreia. Outra preocupação também existente é a exposição ao tráfico, o adolescente de 15 anos, por exemplo, está em conflito com a lei.
Visto isso, formularemos medidas socioeducativas a partir das potencialidades encontradas nos integrantes dessa família e no território em que eles vivem. Para auxiliá-los, iremos nos atentar a necessidade individual.
Juliana (10 anos) -> Considerando o histórico escolar e as manifestações de pichação, notamos que há o interesse pela arte e suas notas não estão baixas. Apesar dos problemas com frequência e socialização. Com base nisso, iremos propor o acompanhamento para a OSC, para que ela explore seu lado artístico a fim de sublimar suas expressões violentas e desenvolva sua autonomia a partir da dignidade reconhecida e garantida.
Adriano (15 anos) -> Reconhecendo seu interesse pelo futebol, vamos buscar organizações próximas com atividades esportivas. O acompanharemos a defensoria pública para verificar sua situação legal. Vamos orientá-lo a fazer acompanhamento no CAPS para avaliar sua questão quanto ao processo de aprendizagem.
Baby e Carol -> Primeiramente buscaremos uma creche para matricular a baby, orientaremos a Andreia para leva-las ao pediatra (e a acompanharemos se ela aceitar) para que faça os exames necessários. Quanto a Carol, iremos propor a OSC que a insira nas atividades matutinas.
Avó -> Solicitaremos aos agentes comunitário de saúde que a avaliem e façam o acompanhamento necessário.
Andreia -> Como ela está gestante, é imprescindível que haja o acompanhamento no pré-natal, a orientaremos também que ela vá ao CRAS para verificar possíveis benefícios sociais que se enquadrem as suas necessidades.

Por fim, identificamos que todos precisam de um acompanhamento psicológico para auxiliar/prevenir futuros traumas.

Resposta 2:
As vulnerabilidades são: ausência dos pais, agressividade, saúde do idoso, precariedade de trabalho, moradia, saneamento básico, mobilidade, pais separados, trabalho infantil, abandono de incapaz, deficiência intelectual e conflitos com a lei.
As potencialidades são o desempenho escolar de Juliana, a possibilidade da autossustentação (água/ plantio)e a reciclagem.
Podemos pensar em estratégias relacionadas ao desenvolvimento de mecanismos para plantio, levando em consideração morarem num sítio, como técnicas de plantio e adequação da água do poço, para prevenção de doenças e consumo. Estratégias para manter Juliana na escola, através de estímulos pedagógicos e acompanhamento psicológico, se estendendo à família e também estratégias de qualificação para a mãe, através da mão de obra da reciclagem. 

Resposta 3:
Analise de caso
Andréia convivia com sua família em uma alta vulnerabilidade social, cercada por precariedades, na habitação, saúde, saneamento básico, água potável, educação, violência, a falta de políticas públicas se fazia presente na sua vida.
Dessa forma iremos fazer a escuta com dona Andreia e os demais membros da família e para que possamos identificar todos os serviços competentes em que possamos encaminha-la como UBS, CRAS, CAPS e CREAS. Feito essa analise e verificando a necessidade e as problemáticas de cada individuo iremos usar as ferramentas que possuímos no momento que é a OSC Nossa Casa que tem serviços dos quais podemos inserir as crianças para que elas possam interagir socialmente realizando as atividades socioeducativa relativa a cada idade.
Adriano será encaminhado a fazer reforço escolar e capoeira
Juliana e Carol reforço escolar e contação de história.

Socializando

SOCIALIZANDO
O Estatuto da Criança e Adolescente - ECA a partir da criança e adolescente e Conselho Tutelar

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Formação para autonomia

Conhecendo a ESCOLA DA PONTE - formação para autonomia.

Analizando o caso Juliana

Caso Juliana


Lembremos que o exercício profissional do educador social se baseia na orientação, na melhoria, no enriquecimento e nas contribuições para os processos educativos dos demais, quer dizer, fundamentalmente sua atividade profissional repousa nas suas interações com os usuários e usuárias dos serviços, aspectos que requerem não apenas o conhecimento de técnicas, recursos e métodos, como também, e principalmente, a capacidade de empatia, escuta e resposta em sua relação profissional (ROMANS; PETRUS; TRILLA, 2003, p. 128).

Objetivos

·         Identificar famílias e pessoas com direitos violados, a natureza das violações, as condições em que vivem, estratégias de sobrevivência, aspirações, desejos e relações estabelecidas com as instituições;

·         Construir o processo de saída das ruas e possibilitar condições de acesso à rede de serviços e a benefícios assistenciais;

·         Promover ações para reintegrar o usuário do Serviço à família e à comunidade;

·         Promover ações de sensibilização para divulgação do trabalho realizado, direitos e necessidades de inclusão social e estabelecimento de parcerias;

Atuação

  • contribuir com alimentos, vestuário etc.,
  • esclarecer se há desentendimento com membros da família, violência física e/ou sexual, falta da figura paterna, de comida e alcoolismo principalmente da figura materna.
  • construir o vínculo com a criança e o adolescente (A aproximação deve se basear na confiança para que o educador possa desvelar um mundo ainda desconhecido para o educando, onde ele pode se enxergar como igual, desejar e sonhar. O educador deve não só estimular a estruturação do projeto de vida por parte do educando, mas também acompanhar seus primeiros passos nesse novo momento de vida, de forma que ele se sinta seguro e apoiado);
  • trabalhar com uma retaguarda qualificada com os atores (Estado, Órgãos da Justiça, Sociedade Civil, etc.)




O caso Juliana

Mãe:

  • orientar a responsabilidade da mãe como arrimo da família (ter renda compatível para o sustento, participar da vida escolar das crianças, propiciar lazer e cuidados a ancia da família);
  • ajudá-la a se inscrever em cursos profissionalizante ou de reciclagem de catadores; proporcionar programas sociais; cuidar da saúde na UBS (pré natal);

Adriano:

  • encaminhá-lo para programa jovem aprendiz deficiente;
  • encaminhá-lo para o CAPS;
  • solicitar benefício para deficiente;

Baby:

  • encaminhá-la para creche.

Juliana:

  • encaminhá-la para CCA;
  • encaminhá-la para cursos de arte gratuitos;

Anciã (avó):

  • verificar se a igreja possui grupo de idosos;
  • encaminhar a grupo de idosos;
  • solicitar cuidador de idosos voluntários.


Forma de organização do Primeiro, Segundo e Terceiro Setor


Forma de organização do Primeiro, Segundo e Terceiro Setor e da relação destes na sociedade brasileira.

COLEÇÃO Caminhos para o desenvolvimento de Organizações da Sociedade Civil: Diferenciar os três setores. Disponível em: http://www.institutofonte.org.br/sites/default/files/cap01_06_Diferenciar% 20os%20tr%C3%AAs%20setores_InstitutoFonte

Caso Juliana


CASO
Queixa encaminhada pelo Conselho Tutelar de Diadema:
Juliana, 10 anos, 5ª série, vespertino, na EMEF Joaquim Nabuco, faltava muito na escola, demonstrava-se extremamente agressiva com os colegas e, recentemente, foi vista pichando a escola. Seu desempenho escolar, apesar disso tudo era satisfatório. Andreia (mãe) já foi chamada várias vezes para conversar com as docentes da escola, mas não compareceu às reuniões. Quando esteve presente, demonstrou agressividade verbal para com as mesmas (relato da diretora). Andreia, 27 anos, estava grávida de 5 meses. Com ela moravam duas filhas, um enteado e sua mãe (75 anos, bastante debilitada pela idade). A única fonte de renda advinha do trabalho como catadora de lixo, a pouca aposentadoria que sua mãe recebia (pelo curto período que contribuiu como doméstica) e por vezes da ajuda da igreja. Adriano, enteado, 15 anos, estava no 5º ano, vespertino, na EE João Pessoa, e não cumpria a medida socioeducativa Liberdade Assistida, porque fica jogando bola o dia todo. Segundo a escola, antes de evadir-se, Adriano indicava sinais de deficiência intelectual, pois compreendia as orientações com dificuldade, além de ser muito infantilizado para a idade. O pai de Adriano cumpria pena por envolvimento com o tráfico de drogas (informações de Andreia).  “Baby”, 2 anos (sem creche) e Carol de 5 anos (frequenta bem o período matutino, na EMEF Nadir). Os genitores se separam desde as complicações na gravidez de “Baby”. Andreia é acusada por vizinhos de deixar as crianças na casa para ir no “forró” nos fins de semana com as amigas, além de levar Juliana para passear com ela na rua nos períodos da escola.  Ao ser convocada pelo CT, nega as acusações. Diz que não se dá bem com vizinhos, porque “se metem na vida dos outros e não ajudam em nada” e que Juliana não vai à escola porque não quer.
Em visita domiciliar:
Sabe-se que residiam com mais 02 famílias (irmãos de Andreia), no “Sítio do Melão”. Este espaço era ocupado desde a geração anterior de Andreia, era um grande espaço aberto em meio à mata, e inserido no bairro de www.youtube.com/watch?v=C2hsUYAFb8k>.– um bairro pobre de Diadema.  A casa de Andreia era de alvenaria, com um quarto e uma cozinha, mas as demais casas eram de madeira aproveitada e todos dividem a água do poço e o banheiro externo (devido à proximidade de ambos, há uma grande chance de contaminação da água do poço).   Nas demais casas haviam relatos (dos vizinhos) de trabalho infantil, pois as demais crianças ficam na rua o dia todo. Não haviam mais informações destas outras famílias.
Solicitação do conselho tutelar:  
Inserção de Juliana em atividades socioeducativas na “OSC Nossa Casa”, pois a mesma corre o risco de ser abrigada, devido seus comportamentos de risco (sua agressividade e desvinculação com a escola), a negligência da mãe e proximidade com o crime (Adriano). A OSC “Nossa Casa”, com sede em Diadema, disponibilizava atividades socioeducativas (capoeira, biblioteca, contação de história, reforço escolar, percussão) para o público de 05 a 21 anos. Além disso, possuía uma equipe de educadores sociais que acompanhavam e orientavam a família. Estas atividades eram realizadas graças ao convênio com a Secretaria de Assistência Social, doações de empresas e o apoio da própria comunidade (moradores voluntários e uso da quadra da igreja).

Avaliar o caso, assinalando as VULNERABILIDADES e as POTENCIALIDADES existentes.

Traçar uma ESTRATEGIA e as AÇÕES que o educador social faria.

Com a mãe Andreia, apesar da sua agressividade verbal, era uma catadora de lixo, como educador social, poderíamos inserir ela em um trabalho de reciclagem e também orientaria ela a procurar um posto de saúde, para poder ter o acompanhamento da gestação, passar com um psicólogo. Em relação a Juliana, a mesma seria convidar a participar de uma CCA, onde ela conseguiria ter uma convivência melhor com outras crianças, ajudaria ela trabalhar sua agressividade, lá ela poderia mostrar seu lado artístico (pichar), ter novos conhecimentos artísticos. No caso do Adriano, encaminharia ele para um acompanhamento médico (psicólogo), inserir ele em uma escola, onde lá ele poderia praticar o que mais gosta de fazer, (jogar bola), inserir ele em uma CCA devido a sua deficiência intelectual, iria conviver com outras crianças e trabalharia seu lado artístico que talvez não conhecemos.

Território vivido – território usado

Território vivido – território usado

Quais os impactos de uma interferência visando transformar e modernizar os locais sem a consulta dos moradores, sem o conhecimento da vida social e do ambiental local?

Será que o planejamento de intervenções realizadas pelo poder público ou privado, coincidem com a visão dos moradores?

c) Será que há meios para minimizar tais impactos?

O papel do Educador social na sociedade

Certeza de que é muito importante o papel do Educador social na sociedade, esse papel vai muito além de um simples atendimento onde só se fala é escuta, o Educador trabalha diretamente com os indivíduos e suas problemática dessa forma tem um olhar mais voltado para o problema de cada um. Dúvidas sobre a regulamentação da profissão.
Certeza apenas de que o trabalho do educador vai muito além do contexto educacional, o papel do educador social é além disso, vai sendo muito mais voltado pro contexto de sociedade, um contexto voltado para a problemática de cada um, sendo que cada individuo tem suas limitações, tem suas crenças, o trabalho do educador social respeita e entende essas diferenças, duvidas apenas em relação ao futuro do profissional educador em relação ao momento politico que vivemos hoje.
Certeza que o educador social tem grande importância no seu papel educador para a sociedade onde visualiza questões diversas de cada indivíduo.Dúvidas em questão da regulamentação do profissional.
Certamente, é da competência deste profissional a elaboração de projetos, o estudo de ações sócio educativas, o promoção da integração da família com toda equipe e instituição e o acompanhamento de resultados, no geral, ele precisa saber coordenar e equilibrar a estrutura com a qual trabalha.

PRAXIS DO EDUCADOR SOCIAL

PRAXIS DO EDUCADOR SOCIAL

CERTEZAS / Suposições / DÚVIDAS

Regulamentação da profissão de educador social é aprovada na CAS/ | 10/04/2019 / SENADONOTICIAS
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/04/10/regulamentacao-da-profissao-de-educador-social-e-aprovada-na-cas?fbclid=IwAR1tatA_1GMjiKh3utUPT1d6ziH5Xg7yhJ3nwr4_F9mWmn_K36_Ta5jMUxc

EDUCAÇÃO POPULAR, COMUNITÁRIA E SOCIAL:
"São educações que concebem o Estado e a Sociedade como uma arena na qual é preciso marcar posição, garantir conquistas e conquistar novos direitos, trabalhando com as contradições e limites existentes tanto no Estado quanto fora dele.
É essa diversidade que configura a grande riqueza da educação popular, da educação social e da educação comunitária.
Tem em comum uma longa história e muitos aprendizados de experiência feitos na luta pelo direito à educação, por moradia, por trabalho decente, por saúde pública, por segurança alimentar etc.
São arte-educadores, oficineiros, artistas populares, artesãos, mas são também professores, advogados, sociólogos, cientistas sociais, psicólogos, pedagogos, trabalhadores sociais, historiadores, geógrafos, físicos matemáticos, químicos, inclusive delegados de polícia, promotores, juízes, administradores públicos, militares, engenheiros e arquitetos, trabalhando no campo, nas periferias urbanas, nos centros degradados das metrópoles, nas ruas e praças, com crianças, jovens, adultos e idosos, pessoas portadoras de deficiências, quilombolas, indígenas, catadores de produtos recicláveis.
São voluntários ou contratados por organizações não-governamentais, por empresas privadas ou pelo poder público, trabalhando por um meio ambiente sustentável, pelos direitos humanos, pela cidadania, no trânsito, na formação profissional, no empreendedorismo, no protagonismo infanto juvenil, no esporte, em atividades subsidiárias do ensino formal desde a educação infantil até o ensino superior, tratando da problemática das migrações, da marginalização, dos habitantes da rua, dos dependentes químicos, de apenados, do analfabetismo, chegando muitas vezes até onde o poder público não consegue chegar.
Educação cidadã, educação em saúde, educação indígena, educação em direitos humanos, educação ambiental, educação no campo, educação rural, educação em valores, educação para a paz, educação para o trabalho, educação nas prisões, educação política, educação hospitalar, educação alimentar, educação na cidade, educação no trânsito... ora se identificando com a educação social, ora com a educação popular ou comunitária.

São perspectivas sérias e consistentes da educação que não nasceram de divagações acadêmicas, mas da prática social.

GADOTTI, M. Educação Popular, Educação Social, Educação Comunitária: Conceitos e práticas diversas, cimentadas por uma causa comum. Revista Diálogos: pesquisa em extensão universitária. IV Congresso Internacional de Pedagogia Social: domínio epistemológico. Brasília, v.18, n.1, dez, 2012. p. 10-32. Disponível em: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/RDL/article/view/3909/2386.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Pré projeto em confecção Curso Educador Social


Pré projeto em confecção 
Capa

A ser confeccionada

Apresentação da organização

Em pesquisa pelo grupo

Contexto do projeto

Tema

Idoso em situação de rua: a perpetuação da injustiça

Levantamento

·         Estatuto do idoso (a completar esses assuntos)

·         Pesquisa de campo

·         Questionário

Problema

Para alguns idosos são negligenciados os seus direitos como cidadão. Diante de políticas públicas não respeitadas, acaba inserindo o idoso a situação de rua. 

Hipótese

Numa sociedade dominante representada pelos ricos, a falta de oportunidades na vida pessoal enfraquece a vontade de lutar por algo melhor para sobreviver.

Justificativa

A importância deste projeto é tentar “fazer um idoso feliz” ou seja “ motiva-lo a ter um envelhecimento consciente com melhor qualidade de vida; acrescentando qualidade de vida é uma noção eminentemente humana que se aproxima do grau de satisfação encontrado na vida familiar, amorosa, social e ambiental (Minayo, 2000, p 7 – 18).

Objetivos

Geral

Demonstrar atividades planejadas voltadas para a promoção do lazer, da inclusão social e da manutenção da capacidade de autocuidado pelos idosos do lar.

Específicos (a ser completado)

Esclarecer ......

Definir .....

Procurar.....

Permitir....

Compreender....

Analisar....

Comparar.....

Público alvo

Idoso de 60 anos ou mais

Metodologia

Em pesquisa pelo grupo

Equipes e parcerias

Em processamento

Cronogramas

Assunto
Mês

Maio
Junho
Julho

16
23
24
26
27
7
12
16
3
Confecção dos componentes do grupo
X








Discussão sobre o projeto

X







Confecção da proposta do pré-projeto


X






Busca da instituição e agendamento



x





Confecção da proposta de atividade




x




Visita a instituição





x



Confecção do pré-projeto






X


Discussão em grupo e revisão







X

Apresentação do pré-projeto








x



Orçamentos

Em processamento

Anexos

·         Questionário

·         Fotos

Avaliação

Em processamento

Resumo

Em processamento

Referencias

·         Estatuto

·         Site de pesquisa

·         Dinâmicas

·         Endereço do lar