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segunda-feira, 4 de maio de 2015

7 ações para combater a evasão na EJA

Olá,
Bom dia, boa tarde, boa noite!!
Que sua semana seja plena de sucesso e crescimento interior.
Grande abraço!!
Profª Sueli

 7 ações para combater a evasão na EJA

 Conheça a seguir algumas medidas que ajudam a diminuir as faltas e a evasão de jovens e adultos
O professor realiza a nível de rodízios atividades de educação física, (dependendo da turma, pode ser alongamentos, dinâmicas, exercícios, postura, danças,etc.) essa atividade, motiva o alunado e muito bem aceita. Vinculamos a essa atividade a presença nos outros dias de aulas, que a cada final de mês o professor ed. fisica, premia o aluno com menos falta.
Continue lendo a reportagem

• 1Uso de variadas linguagens

• 2Reorganização do tempo
• 3Currículo contextualizado
• 4Articulação com empresas
• 5Atendimento aos filhos
• 6Atendimento individual
• 7Acolhimento e merenda
http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/7-acoes-combater-evasao-eja-abandono-623604.shtml

Somente creia

"SENHOR! CONCEDE-ME O DOM DE CONTENTAR-ME COM O QUE TENHO, A FIM DE FAZER O MELHOR QUE POSSO"
Pura verdade....
Estamos com fome de amor...


Arnaldo Jabor ( JORNAL O DIA! )
O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???


Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
 E não é só sexo, não!
Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .


Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas...

 Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"


Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens  com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez  mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens ( ?? ) (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...
Alô, gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas, e daí?  Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?


Um ditado tibetano diz:
"Se um problema é grande demais, não pense nele...  E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...

 Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim, de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

 Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

Para ler, divulgar e . . . praticar !



A sociologia do negro no Brasil

A SOCIOLOGIA DO NEGRO NO BRASIL
* Breno Rodrigo de Messias Leite

A tradição sociológica no Brasil traz no seu projeto histórico – diferentemente da sociologia européia – à problemática do negro; a observação de seus dilemas histórico-estruturais; as manifestações significativas num modelo de exploração do trabalho escravo alicerçado no modo de produção colonial-dependente. Os mesmos pensadores que observaram o Brasil sob a perspectiva da mestiçagem, em especial: Nina Rodrigues, Oliveira Vianna, Sylvio Romero, Euclides da Cunha, Gilberto Freyre etc., abordaram a questão do negro e seu papel na formação da identidade nacional moderna. Ocorre que estes pensadores não tinham como perspectiva teórico-prática o processo de afirmação radical do negro enquanto ente social e cidadão pleno de direitos e deveres do projeto de sociedade democrática – como se tem colocado atualmente. Viam o negro ainda sob o prisma do evolucionismo raciológico ou de corte culturalista que hierarquizava os sujeitos de acordo com suas formas físicas, étnicas, raciais, culturais, em detrimento de uma abordagem crítica. Nesse espírito, Guerreiro Ramos desloca as leituras tradicionais sobre o negro no Brasil, ao apontar que, “a sociologia do negro tal como tem sido feita até agora, à luz da perspectiva em que me coloco é um forma sutil de agressão aos brasileiros de cor [os negros] e, como tal, constitui-se num obstáculo para a formação de uma consciência da realidade étnica do país”. A proposta de Guerreiro Ramos é superar as discussões abertamente estritamente raciológicas e culturalistas, e colocar a questão do negro num novo patamar, isto é, discutir com o propósito de criar um vínculo dialético entre a experiência concreta da escravidão e as possibilidades que se abriam no ambiente democrático do novo Brasil. Tendo como parâmetro fundamental a Escola Paulista de Sociologia, pode-se constatar que no pensamento de Octavio Ianni está contida a perspectiva da “metamorfose” do escravo negro, tendo como ponto de partida à condição de escravo, a sua transformação em camponês submisso a relação de senhor e servo, no engenho e na fazenda, e, consequentemente, em proletário a serviço do capital produtivo. Na verdade, sua análise se preocupa com o processo de reificação (coisificação) do ser social e sua transformação em mera força de trabalho, isto é, mercadoria-geradora-de-outras-mercadorias, ou, em puro elemento de força de trabalho, numa economia mercantil, industrial, agrária e exportadora associada. “A liberdade que se dá ao escravo é a liberdade de oferecer-se no mercado de trabalho, como mão-de-obra apenas”. E mais adiante acrescenta que “à medida em se organiza a concepção social do negro e mulato, como pertencentes à camada assalariada [proletária], redefine-se reciprocamente negro, mulatos e brancos, criando-se em conseqüência as condições ideológicas do comportamento social específico da sociedade de classes”. Nesse horizonte conceitual, Jacob Gorender critica esse tipo de visão reificadora da condição do escravo negro. A redução do escravo em elemento adicionado ao capital fixo, máquinas e equipamentos associados ao processo produtivo geral, que sustentou materialmente o modo de produção escravista-colonial, seria uma forma de negar qualquer tipo subjetividade, de criatividade e a possibilidade da revolta. Se o escravo fosse apenas uma força de trabalho – capital fixo no engenho, p. ex. – o escravismo colonial não apresentaria as contradições inerentes a sua lógica reprodutiva que se apresentou nas várias revoltas nas senzalas e a formação protoguerrilheiras de quilombolas. Dando prosseguimento a discussão, reconhecidamente os trabalhos de Florestan Fernandes são fundamentais para a interpretação sociológica das condições sociais, econômicas e psicossociais do negro após-regime escravista. Para Fernandes, o negro começa de forma desigual em relação ao branco, uma vez que é inserido numa “ordem social competitiva” – formação das classes sociais no capitalismo periférico-dependente – e não consegue alcançar uma autonomia de classe social necessária ao seu projeto político de emancipação de raça e de classe – perspectivas indissociáveis. Ocorre o que efetivamente pauta as análises da moderna sociologia do negro no Brasil, não é tanto a questão da raça. Tampouco no passado protagonizado pelo modo de produção colonial-escravista. E muito menos a questão entre negros, brancos e índios na utópica “democracia racial” freyreana. Talvez o problema mais pertinente nos dias atuais seja o problema da participação sociopolítica do negro. Mais e mais os negros, os indígenas e os outros grupos sociais minoritários, através de suas formas de representação civil, reivindicam espaços nos foros de participação no interior da sociedade e nos processos decisórios da esfera político-institucional. E as conquistas têm sido expressivas: discussão das políticas de Ação Afirmativa em várias Universidades, discussão e encaminhamento do Estatuto da Igualdade Racial, demarcação de territórios de remanescentes de Quilombos etc. São sinais de avanços que marcam uma nova fase de lutas e reivindicações sobre a questão do negro. Agora a discussão sai da retórica e invade a sociedade civil com a implementação de políticas reparatórias de um passado de senhores e escravos. Um passado que nunca deve ser esquecido.