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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Principios do acolhimento

PRINCÍPIOS do ACOLHIMENTO no ambiente de aula/roda de conversa.
A importância da criação de um ambiente e espaço acolhedores para a educação popular, ressaltando aspectos como:

Acolher: Organizar o espaço educativo para que todos sintam–se bem promovendo um ambiente de troca, confiança e de socialização.

Compartilhar: Socializar com o grupo quais serão os objetivos e atividades desenvolvidas no encontro/aula.

Promover: Realizar atividades que possibilitem a discussão de situações e temas relevantes para a vida dos alunos e da comunidade.

Disponibilizar: Fornecer informações e materiais que auxiliem no desenvolvimento das atividades de forma criativa, diferente e enriquecedora.

Planejar: Reelaborar as atividades planejadas anteriormente de acordo com os resultados e percepções do encontro/aula do dia.

Avaliar: Realizar atividades que possam ser utilizadas como indicadores de avaliação do encontro/aula.

Celebrar: Encerrar o encontro/aula com uma atividade alegre, divertida e/ou reflexiva e significativa, que promova ainda mais a integração do grupo ou que proporcione os alunos.


MOMENTO DE ACOLHIDA E TROCA - caixa de primeiros socorros
https://drive.google.com/file/d/1m-6QEtfsdV72I2AkHsPePH4SfvYe2Wvl/view

Competencia para realizar ações socioeducativas

O educador social para realizar ações socioeducativas deve desenvolver estás competências abaixo:

COMPETENCIA: REALIZAR AÇÕES SOCIOEDUCATIVAS.

INDICADORES de desenvolvimento da competencia:
1. Constrói coletivamente o plano de ação, com base na análise de contexto da situação-problema, dos temas emergentes e das articulações necessárias para atingir o objetivo da ação socioeducativa.
2. Planeja e executa o plano de aula, com base nas ações definidas no plano de ação.
3. Propõe ajustes no plano de aula, com base na avaliação coletiva da relação entre os objetivos do plano de ação e os efeitos observados no público envolvido.
4. Articula a mobilização local para a elaboração, monitoramento e implementação de políticas públicas, da área em que atua.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Estudando o caso Juliana



AVALIAR o caso, assinalando as VULNERABILIDADES e as POTENCIALIDADES existentes.
- Individuais (convívio socialmente construtivo, projetos de vida, autocuidado, ciclo de vida apoiado)
- Grupais (convívio construtivo e protetivo e ausência de estigmas que afetam o grupo)
- Convivência familiar (segurança de vínculos afetivos construtivos e protetivos)
- Convivência comunitária (segurança no uso dos espaços e equipamentos sociais na convivência com pessoas e grupos locais)
- Autonomia de renda (trabalho e direitos sociais, benefícios)
- Territoriais (agentes sociais locais, presença de equipamentos sociais e serviços básicos)

TRAÇAR uma ESTRATEGIA e as AÇÕES que o educador social faria.

OBSERVAÇÃO: Registrar na aba de comentários, individualmente ou em grupo (com os nomes das pessoas que efetivamente contribuíram com a reflexão).


Caso Juliana - Resposta 1:
Para traçar medidas socioeducativas para esta família, primeiramente identificamos a vulnerabilidade social em que eles estão acometidos. Tendo em vista a falta de saneamento básico, a falta de recursos financeiros pois a obtenção de renda provém apenas da aposentadoria mínima da avó e vez ou outra do dinheiro vindo da coleta para reciclagem feita pela Andreia. Outra preocupação também existente é a exposição ao tráfico, o adolescente de 15 anos, por exemplo, está em conflito com a lei.
Visto isso, formularemos medidas socioeducativas a partir das potencialidades encontradas nos integrantes dessa família e no território em que eles vivem. Para auxiliá-los, iremos nos atentar a necessidade individual.
Juliana (10 anos) -> Considerando o histórico escolar e as manifestações de pichação, notamos que há o interesse pela arte e suas notas não estão baixas. Apesar dos problemas com frequência e socialização. Com base nisso, iremos propor o acompanhamento para a OSC, para que ela explore seu lado artístico a fim de sublimar suas expressões violentas e desenvolva sua autonomia a partir da dignidade reconhecida e garantida.
Adriano (15 anos) -> Reconhecendo seu interesse pelo futebol, vamos buscar organizações próximas com atividades esportivas. O acompanharemos a defensoria pública para verificar sua situação legal. Vamos orientá-lo a fazer acompanhamento no CAPS para avaliar sua questão quanto ao processo de aprendizagem.
Baby e Carol -> Primeiramente buscaremos uma creche para matricular a baby, orientaremos a Andreia para leva-las ao pediatra (e a acompanharemos se ela aceitar) para que faça os exames necessários. Quanto a Carol, iremos propor a OSC que a insira nas atividades matutinas.
Avó -> Solicitaremos aos agentes comunitário de saúde que a avaliem e façam o acompanhamento necessário.
Andreia -> Como ela está gestante, é imprescindível que haja o acompanhamento no pré-natal, a orientaremos também que ela vá ao CRAS para verificar possíveis benefícios sociais que se enquadrem as suas necessidades.

Por fim, identificamos que todos precisam de um acompanhamento psicológico para auxiliar/prevenir futuros traumas.

Resposta 2:
As vulnerabilidades são: ausência dos pais, agressividade, saúde do idoso, precariedade de trabalho, moradia, saneamento básico, mobilidade, pais separados, trabalho infantil, abandono de incapaz, deficiência intelectual e conflitos com a lei.
As potencialidades são o desempenho escolar de Juliana, a possibilidade da autossustentação (água/ plantio)e a reciclagem.
Podemos pensar em estratégias relacionadas ao desenvolvimento de mecanismos para plantio, levando em consideração morarem num sítio, como técnicas de plantio e adequação da água do poço, para prevenção de doenças e consumo. Estratégias para manter Juliana na escola, através de estímulos pedagógicos e acompanhamento psicológico, se estendendo à família e também estratégias de qualificação para a mãe, através da mão de obra da reciclagem. 

Resposta 3:
Analise de caso
Andréia convivia com sua família em uma alta vulnerabilidade social, cercada por precariedades, na habitação, saúde, saneamento básico, água potável, educação, violência, a falta de políticas públicas se fazia presente na sua vida.
Dessa forma iremos fazer a escuta com dona Andreia e os demais membros da família e para que possamos identificar todos os serviços competentes em que possamos encaminha-la como UBS, CRAS, CAPS e CREAS. Feito essa analise e verificando a necessidade e as problemáticas de cada individuo iremos usar as ferramentas que possuímos no momento que é a OSC Nossa Casa que tem serviços dos quais podemos inserir as crianças para que elas possam interagir socialmente realizando as atividades socioeducativa relativa a cada idade.
Adriano será encaminhado a fazer reforço escolar e capoeira
Juliana e Carol reforço escolar e contação de história.